sábado, 17 de junho de 2017

Deus é soberano (Atos 4.23-31)





Pedro e João saíram do Sinédrio apreensivos por causa das ameaças das autoridades. Num momento eles estavam se regozijando com o poder de Deus em curar o homem coxo, em conceder-lhes intrepidez para profetizar aos homens no templo, ao levar uma multidão ao arrependimento e fé em Jesus. No outro momento, tiveram que enfrentar uma noite na prisão, e a pressão psicológica dos escribas e anciãos, que os interrogaram e proibiram de falar no nome de Jesus. O que deveriam fazer? Ignorar as ameaças, ou procurar um lugar longe das autoridades para evangelizar? Precisavam de uma luz, colocar os pensamentos em ordem, e decidir que rumo seguir daquela hora em diante. Para sair dessa crise, eles recorreram aos outros irmãos para compartilhar suas ansiedades; apoiaram-se nas escrituras (especificamente Salmos 2.1,2) para reafirmarem a soberania de Deus, orando àquele que fazia intervenções soberanas na história da humanidade.


A criação de todas as coisas


A Primeira intervenção soberana de Deus, reafirmada pelos discípulos, foi a criação de todas as coisas, conforme vimos nos versículos 23 e 24, porque, uma vez soltos, se reuniram com os irmãos para relatar o que haviam passado, bem como as ameaças das autoridades. Os irmãos, unânimes, levantaram a voz a Deus em oração, dirigindo-se a ele como o Soberano Senhor, o que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há. De fato, em Gênesis (1.1-3, 26, 27) somos informados a respeito da criação, que:


No princípio, criou Deus os céus e a terra. A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas. Disse Deus: Haja luz; e houve luz. [...] Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra. Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

Há quem acredite que o mundo nasceu por acaso, em uma negação da soberania do Deus criador; mas nós que cremos, tributamos gratidão àquele a quem todas as criaturas têm que prestar contas.


Conforme a enciclopédia livre, (disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Origem_das_Esp%C3%A9cies acesso em: 21/05/2016), o livro revolucionário conhecido como “A Origem das Espécies”, de Charles Darwin, apresenta a Teoria da Evolução. Sua primeira edição foi em 1859, apresentando o que acreditava serem “evidências abundantes” da evolução das espécies, de que a “diversidade biológica é o resultado de um processo de descendência” e de que os “organismos vivos se adaptam gradualmente através da seleção natural”, e ainda que “as espécies se ramificam sucessivamente a partir de formas ancestrais”.

É significante que essa ramificação tenha sido ilustrada com o nome de “árvore da vida”, termo que, biblicamente, tem muito significado, desde o início, em Gênesis (2.9), até o final, em Apocalipse 22.2, onde se pode ler respectivamente que “do solo fez o SENHOR Deus brotar toda sorte de árvores agradáveis à vista e boas para alimento; e também a árvore da vida no meio do jardim [...]”; e “no meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos”.


Na mesma enciclopédia (disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Big_Bang acesso em: 21/05/2016), lemos que no ano de 1927, “o padre e cosmólogo belga Georges Lemaître (1894-1966)” propôs que a expansão do universo seria o resultado da "explosão" de um "átomo primordial", teoria também conhecida como o Big Bang. Segundo essa teoria, aprimorada na década de 1940, o universo surgiu há pelo menos 13,7 bilhões de anos, “após uma grande explosão resultante da compressão de energia.”


De acordo com o site Brasil Escola (disponível em: http://brasilescola.uol.com.br/geografia/big-bang.htm acesso em: 21/05/2016), ainda hoje essa é a explicação mais aceita pelos cientistas sobre a origem do universo, reforçada pela observação de que “o universo não é estático e se encontra em constante expansão, ou seja, as galáxias estão se afastando umas das outras”, levando-os à conclusão de que, “no passado elas deveriam estar mais próximas que hoje, e, até mesmo, formando um único ponto”.


Mas a Revista Galileu (disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2015/03/teoria-do-big-bang-pode-ser-extinta.html acesso em: 21/05/2016) nos informa que a teoria do Big Bang começa a ser questionada, porque recentemente descobriram que o tempo de 13.7 bilhões de anos “é insuficiente para explicar a formação atual do Universo”. Pesquisadores descobriram “um buraco negro com uma massa de 12 bilhões de sóis” que, pela lógica conhecida pelos cientistas, deveria ter começado a se formar antes do tempo estimado do Big Bang. Assim, o Universo seria “80 milhões de anos mais velho do que se acreditava”. Ao anunciar essa descoberta, “George Estfhathiou, diretor do Instituto Kavli de Cosmologia da Universidade Cambridge” (disponível em: http://www.scb.org.br/scb/index.php/noticias/2060-universo-e-mais-velho-do-que-se-previa-dizem-cientistas acesso em: 21/05/2016), confessou que "há um pouquinho menos do que não compreendemos." Cientistas que crêem na criação, tal como é descrita na Bíblia, reescreveriam essa confissão de ignorância dos evolucionistas da seguinte forma: “Há um pouquinho menos do muitíssimo que não compreendemos”, ou melhor, ainda: “Há um infinitésimo que passamos a compreender dentro da infinitude de nosso desconhecimento”

O comportamento daqueles que tentam desacreditar o que Deus revelou nas Escrituras é descrito em Salmos 10.4: “O perverso, na sua soberba, não investiga; que não há Deus são todas as suas cogitações”. Vivendo os tempos como os atuais, e observando como os homens incrédulos tratam as questões bíblicas, nós poderíamos orar como o autor do Salmo 10, nos versículos 1 a 5:


Por que, SENHOR, te conservas longe? E te escondes nas horas de tribulação? Com arrogância, os ímpios perseguem o pobre; sejam presas das tramas que urdiram. Pois o perverso se gloria da cobiça de sua alma, o avarento maldiz o SENHOR e blasfema contra ele. O perverso, na sua soberba, não investiga; que não há Deus são todas as suas cogitações. São prósperos os seus caminhos em todo tempo; muito acima e longe dele estão os teus juízos; quanto aos seus adversários, ele a todos ridiculiza.

O plano de salvação


A segunda intervenção soberana de Deus, reafirmada pelos discípulos, foi a revelação e execução do Plano de Salvação, conforme versículos 25 a 28, onde continuam sua oração se dirigindo a Deus como aquele que disse, “por intermédio do Espírito Santo, por boca de Davi [...]: Por que se enfureceram os gentios, e os povos imaginaram coisas vãs?” referindo-se os reis da terra e as autoridades que se uniram “contra o Senhor e contra o seu Ungido”. Reconhecerem que, de fato, “Herodes e Pôncio Pilatos, com gentios e gente de Israel” se ajuntaram em Jerusalém, contra o santo Servo Jesus, ungido por Deus, e fizeram tudo o que a mão e o propósito do Pai haviam predeterminado. Os discípulos apoiaram-se na Palavra de Deus (especificamente Salmos 2.1,2), para fazerem essas observações em sua oração.


Se alguém nega a legitimidade das profecias, tanto das que se cumpriram quanto das que hão de se cumprir, nega também a soberania de um Deus que planejou toda a história e conhece todos os detalhes do futuro, dando-nos por escrito um vasto relato do que já fez e do que ainda pretende fazer. A morte de Jesus não foi um acaso, mas já havia sido determinada pelo Deus soberano, que assim providenciou o resgate da humanidade da condenação do seu pecado.


Curas, sinais e prodígios


A terceira intervenção soberana de Deus, reafirmada pelos discípulos, foi a realização de curas, sinais e prodígios, para autenticar a sua palavra, conforme os versículos 29 a 31, onde eles continuam a oração pedindo ao Senhor que olhasse para as ameaças que receberam das autoridades, e concedesse àqueles servos que anunciassem com toda a intrepidez a sua palavra, estendendo a mão “para fazer curas, sinais e prodígios” em nome de Jesus, o santo Servo. No final da oração, o lugar onde estavam reunidos tremeu, e todos ficaram cheios do Espírito Santo, de forma que anunciavam com intrepidez a palavra de Deus. Esses milagres e todos os demais, narrados ou não nas escrituras, revelam a soberania de um Deus que pode interferir no curso natural das coisas para fazer prevalecer a sua vontade.


Deus é soberano


Os discípulos, ao orarem, se colocaram na condição de servos (doulos), escravos, diante de um Deus soberano, suplicando-lhe que os ajudasse a cumprir a ordem que por ele mesmo lhes fora dada. Naquele momento crítico, os discípulos reafirmaram sua confiança na soberania de Deus, que pode inclusive ser reconhecida nas suas intervenções soberanas na história da humanidade, quais sejam a criação de todas as coisas, a revelação e execução do plano de salvação, e a realização de curas, sinais e prodígios, para autenticar a sua palavra.


Vamos nos colocar aos pés desse Deus soberano, crendo na salvação que veio por meio de seu filho Jesus, nos esforçando para andar nos caminhos por ele traçados, purificando nossas vidas de coisas que o desagradam, esforçando-nos para cumprirmos os propósitos pelos quais, em sua soberania, ele nos tem colocado onde estamos.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

A vontade irresistível de Deus (Atos 4.15-22)





Tal como acontece numa disputa política, dessas que estamos acostumados a presenciar nos parlamentos, neste parágrafo de Atos vemos que há um embate em que Deus estava agindo para fazer prevalecer a sua vontade, e as autoridades eclesiásticas e políticas vigentes não podiam fazer nada para conter o progresso do evangelho. Vejamos a seguir as fragilidades que tornavam impotentes os inimigos do evangelho.


Não podiam negar a manifestação do poder de Deus (15-17)


Eles mandaram os apóstolos, por um instante, saírem do sinédrio, para que pudessem consultar uns aos outros, dizendo: “Que faremos com estes homens? Pois, na verdade, é manifesto a todos os habitantes de Jerusalém que um sinal notório foi feito por eles, e não o podemos negar”. A única providência que podiam tomar para tentar impedir que houvesse maior divulgação entre o povo, era ameaçá-los para não falarem mais no nome de Jesus. Mas até mesmo ameaças não os impediriam, pois eles tinham diante de si “uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar” (Apocalipse 3.8).

Muitos sinais e prodígios foram feitos pelos apóstolos, autenticando sua pregação, mas era o “sinal do profeta Jonas”, a ressurreição de Jesus, o maior e mais evidente sinal que ecoaria pelos séculos vindouros nos “quatro cantos” do mundo.


Não podiam impedir testemunhas fiéis de falarem (18-20)


Chamando-os de volta ao sinédrio, ordenaram aos apóstolos que não falassem mais no nome de Jesus. Mas Pedro e João responderam: “Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus”. Não era possível que eles deixassem de falar as coisas que viram e ouviram da parte de Jesus, o qual recebeu do Pai toda a autoridade, no céu e na terra, e lhes ordenou em Mateus 28.18-20 que fizessem discípulos de todas as nações. Conforme as palavras de Jesus em Lucas 19.40, se os discípulos se calassem, as próprias pedras clamariam. Mas não foi preciso incomodar as pedras, porque logo uma multidão inumerável de discípulos em todos os tempos seguiria o exemplo dos apóstolos, levando o evangelho aos povos distantes e em qualquer lugar onde houvesse oportunidade, inclusive nos exílios e nas prisões.


Não podiam castigar aqueles a quem Deus protegia (21-22)


Ameaçando-os novamente, os soltaram, pois não tinham como os castigar, uma vez que o povo glorificava a Deus pelo milagre que tinham feito naquele homem que fora coxo desde o nascimento, há mais de quarenta anos. Os apóstolos podiam dizer naquele dia que estavam descansando “à sombra do Onipotente”, nenhum mal lhes sucederia (Salmos 91.1, 10), e como Josué podiam ser fortes e corajosos, na medida em que obedeciam à ordem de Deus, que disse: “o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares” (Josué 1.9).


Com os inimigos fragilizados, a vontade de Deus prevaleceu


O Cristo Ressurreto foi divulgado e crido em todo o mundo. Uma igreja local, em algum momento, por algum motivo, pode não crescer, mas a Igreja de Deus tem crescido, e crescerá até quando Deus enviar Jesus para “colher os seus frutos”.

Segundo a interpretação dispensacionalista da escatologia, estamos na época da igreja morna, e Jesus está a ponto de vomitar-nos de sua boca. Nós que conhecemos a Palavra de Deus estamos sendo alertados para que não nos tornemos como a maioria. Não precisamos ser a igreja morna. Só depende de nós, pois a vontade de Deus, ele ainda vai fazer prevalecer com sinais, para que os inimigos não possam negar; com servos ousados no falar, para que os inimigos não possam impedir; com proteção, de forma que os inimigos não possam castigar. Eventualmente Deus vai permitir sim, que as evidências sejam negadas, que os cristãos sejam impedidos de falar, que sejam castigados, mas a regra geral é que Deus nos livrará do poder maligno se nós obedecermos à sua comissão e espalharmos o evangelho onde quer que andemos, pois essa é a vontade irresistível de Deus.


Jesus e sua autoridade (Atos 4.5-14)


Como se justifica a autoridade de Jesus? (5-7)


Pedro e João passaram a noite na prisão e, ao amanhecer, foram apresentados às autoridades, que os arguiram, perguntando com que autoridade haviam curado um coxo de nascença e pregavam no templo o arrependimento e a fé em Jesus Cristo ressuscitado.

A elite religiosa de Jerusalém estava preocupada. Sua hegemonia estava sendo desafiada por uma dupla de pregadores que realizava curas e pregava sem sua autorização. Pedro e João, por outro lado, não viam a necessidade de pedir licença aos anciãos, pois tinham recebido a ordem diretamente de Jesus, que da parte do Pai lhes enviara o Espírito Santo, que lhes dava poder e liberdade para proclamar o reino de Deus. Iniciou-se então um conflito de autoridades, e Pedro teve que defender, diante do sinédrio, o direito de autoridade do Senhor Jesus. Para convencê-los, ele apresenta pelo menos três justificativas:


Primeira justificativa: Deus o ressuscitou dentre os mortos (8-10)


Pedro, cheio do Espírito Santo, disse às autoridades do povo e aos anciãos que os estavam interrogando a propósito da cura de um enfermo, estendendo esse comunicado a todo o povo de Israel: “em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem vós crucificastes, e a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, sim, em seu nome é que este está curado perante vós”.

Jesus é apto para exercer sua autoridade porque Deus o ressuscitou dentre os mortos. Quando as autoridades do povo e os anciãos crucificaram Jesus, imaginavam que haviam encerrado o assunto, mas não, porque ele ressuscitou. Anulou o efeito da violência sofrida, não podia mais ser morto, vivia para sempre. O livro de Hebreus (7.23,24) faz o contraste entre a autoridade de mortais e a autoridade de Jesus, o qual vive para sempre: “Ora, aqueles são feitos sacerdotes em maior número, porque são impedidos pela morte de continuar; este, no entanto, porque continua para sempre, tem o seu sacerdócio imutável”.

Jesus estava vivo, e está vivo até hoje, e eternamente viverá. Portanto, tem o direito de ser o Senhor, pode falar com autoridade aos seus servos para que executem a sua vontade neste mundo.


Segunda justificativa: Deus o colocou como Pedra Angular (11)


Pedro continuou, se referindo a uma profecia do Antigo Testamento: “Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular”.

Como Pedro, nós também podemos dizer que a autoridade de Jesus é justificada pelo fato de que ele é o fundamento do cristianismo, que conquistou o mundo com grande poder. A Igreja de hoje é a grande prova viva de que Jesus é a pedra angular assentada por Deus na construção do seu reino. Em Mateus 16.18 Jesus declarou: “[...] sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Desde então a igreja tem adentrado pelas portas do “inferno” no qual muitas vezes se configura este mundo, de forma que os princípios cristãos têm sido a base das sociedades que conseguiram se manter de pé, mesmo que ainda estejam grandemente contaminadas pela corrupção.
Sabemos que a Igreja não é o que devia ser, que também será julgada pelos critérios de Apocalipse capítulos 2 e 3, mas ainda é o corpo sob a autoridade de Cristo, que tem direito de reinar sobre ela e, consequentemente, sobre o mundo que foi por ela dominado.


Terceira justificativa: Deus o designou como único Salvador (12)


Pedro conclui: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos”.

Jesus tem autoridade porque é o único Salvador. Deus o nomeou, e os homens estarão todos, um dia, diante de do Juiz que declarou: “E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento, [...] Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida” (João 5.22,24). Ele é o juiz que tem poder para condenar e para salvar, e consola o arrependido que nele crê, garantindo-lhe a vida eterna.


Contra as evidências não há argumentos (13,14)


As autoridades viram, na intrepidez de Pedro e João, um sinal de que haviam estado com Jesus, pois sabiam que eram homens iletrados e incultos. Nada podiam fazer contra eles, uma vez que o homem que fora curado estava ali para provar que haviam feito o bem.

E quanto a nós? Diante da certeza de que Jesus ressuscitou dentre os mortos, de que ele é a pedra fundamental da Igreja, e diante da declaração bíblica de que Jesus é o único Salvador, devemos nos curvar diante de sua autoridade, nos rendendo aos seus pés, declarando que ele é o nosso Senhor, e assim vivermos para fazer a sua vontade, não a nossa.