domingo, 28 de setembro de 2014
(Leia 2Co 7.12-16)
Há uma torcida no Brasil que é conhecida como fiel (são estimados em aproximadamente 30 milhões). Mas ser fiel, mesmo, no verdadeiro sentido da palavra, é algo bem mais abrangente.
Jesus nos conta a história de um senhor que saiu de viagem e deixou talentos (valores) com seus servos, para que negociassem. Quando voltou, foi pedir contas. Um deles, que tinha recebido cinco talentos, entregou de volta o dobro, porque tinha negociado bem. Então recebeu do senhor a sentença: “(…) Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.” ( Mateus 25:21)
Como podemos ser considerados pessoas fiéis?
O texto de 2Co 7.12-16 nos mostra que há, pelo menos, três maneiras de nos mostrarmos como pessoas fiéis:
I – Demonstrando Preocupação (12)
Num curso de atendimento em grandes empresas somos ensinados a mostrar-nos preocupados com o bem-estar do cliente, sinalizando, assim que ele chega, que já o vimos e que vamos atendê-lo o mais breve possível.
Uma candidata, em propaganda eleitoral, para mostrar aos seus eleitores que se preocupa com o pobre, contou a história de quando sua família passava fome e finalizou: quem passou por isso jamais acabará com programas de combate à pobreza.
Deus quer que nos mostremos preocupados com a sua vontade, e repreendeu o mensageiro da Igreja de Laodicéia, o qual parecia despreocupado ao afirmar: “(...)Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma,(...)” (Ap 3.17)
Para nos mostrarmos fiéis, precisamos mostrar a Deus que estamos preocupados em fazer a sua vontade.
II – Proporcionando Refrigério (13)
Uma prática relativamente nova no Brasil, mas antiga em outros países, é o chamado “Recall”. Quando uma indústria descobre que seus produtos têm um defeito grave, “chamam de volta” seus clientes para corrigirem, no produto, os problemas. Assim passam a eles confiança de que adquiriram um produto seguro.
O Senhor é fiel para conosco, e nos passa confiança, refrigerando-nos a alma, como diz em Salmo 23.3:
“refrigera-me a alma. Guia-me pelas veredas da justiça por amor do seu nome.”
A bíblia ensina que pais devem ser fiéis em corrigir seus filhos, pois entre outras coisas isto lhes ajudará a ter refrigério no futuro:
(Provérbios 29:17) “Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma.”
Para nos mostrarmos fiéis ao nosso Pai Celestial, devemos ter atitudes que darão a ele descanso, delícias, refrigério.
III – Prestando Obediência (14-16)
O rei Saul era um homem interessante: Alto, bonito, trabalhador, tornou-se o primeiro rei de Israel e conseguiu liderar um exército capaz de livrar o povo dos principais inimigos da época. Mas cometeu erros graves, e o principal foi não obedecer a Deus de todo o seu coração. Foi para ele a famosa advertência de 1 Samuel 15:22: “(...)Tem, porventura, o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros.”
Quando falamos sobre obediência, falamos em fazer coisas que não queremos, que não são agradáveis. Dou como ilustração a dificuldade que a maioria das pessoas têm para manter o peso ou emagrecer. É tão óbvio o que precisa ser feito, mas as pessoas não conseguem (diminuir a comida ou aumentar a atividade física.)
Para sermos chamados fiéis, devemos ser obedientes até nas pequenas coisas. Deus tem nos dado ordens simples e diretas, como: amar uns aos outros, ir à Igreja, orar, obedecer aos pais, honrar pai e mãe, evangelizar, amar a esposa, ser submissa ao marido.
Sejamos, pois, obedientes, pois Jesus também nos garantiu: “Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando.” (Jo 15.14).
terça-feira, 9 de setembro de 2014
(Leia 2 Co 7.5-11)
ESTAR TRISTE NÃO É MOTIVO DE TANTA TRISTEZA
Dizem que há males que vêm para o bem. Eu ouvi há muito tempo uma história de sabedoria chinesa que, hoje pesquisando, descobri ter sido contada por Anshi Liu por volta de 206 a.C. – 23 d.C. ela relata um episódio na vida de um velho homem, criador de cavalos, que sempre questionava as situações em que era envolvido, dizendo em suas palavras que males poderiam vir para o bem e coisas aparentemente boas poderiam transformar-se em males. Seu cavalo fugiu, mas voltou acompanhado de um cavalo ainda melhor, que um dia acabou derrubando seu filho o qual quebrou a perna, mas que por causa disso deixou de ser convocado para uma guerra, onde poderia ter morrido como muitos outros jovens que haviam sido convocados.
A TRISTEZA, ÀS VEZES, PODE SER MOTIVO DE ALEGRIA
HÁ TRÊS TIPOS DE TRISTEZA QUE, PARA NÓS, PODEM SER MOTIVO DE ALEGRIA:
I - TRISTEZA QUE PRODUZ ESPERANÇA (2Co 7.5-7)
Deus usou a chegada de Tito, um jovem pastor, e na ocasião mensageiro entre Paulo e os coríntios, para que eles fossem consolados de todas as tribulações pelas quais passavam.
Em outro lugar (Rm 5.3,4) Paulo diz: “também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança.”
II - TRISTEZA QUE PRODUZ ARREPENDIMENTO (2Co 7.8-10)
Se nossa tristeza for por causa de pecado, ela pode nos levar ao arrependimento, requisito essencial para a salvação, que a ninguém traz pesar.
Pedro e Judas, apóstolos de Jesus, cometeram pecados semelhantes contra seu mestre, o pecado de traição. Ambos se entristeceram, mas a tristeza de Judas transformou-se em morte, enquanto a tristeza de Pedro, em vida. Pedro chorou amargamente, arrependido por ter negado Jesus três vezes, e como consequência de seu arrependimento, dedicou sua vida por amor do Senhor.
Hebreus 12:11 nos ensina que “Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça.”
III - TRISTEZA QUE PRODUZ REPARO (2 Co 7.11)
Há coisas erradas que fazemos na vida e que não podemos mais consertar, mas que alegria sentimos quando temos a oportunidade de repararmos um erro cometido!
Em Lucas 19.2-10 lemos a história de Zaqueu, um homem que teve a oportunidade de reparar seus erros (caso os tivesse cometido), pois ao conhecer Jesus, anunciou que daria metade de seus bens aos pobres e, se tivesse defraudado alguém, restituiria quatro vezes mais.
Se você está passando por um momento de tristeza, tenha esperança porque nosso Deus é um Deus que conforta os abatidos. Se a tristeza é por causa de algum pecado, confesse a Deus e abandone esse pecado, restituindo o que for possível restituir.
“Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação,” (2 Coríntios 4:17)
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
“Acolhei-nos em vosso coração;” (leia 2Co 7.2-4)
Quando apelamos a alguém para que aceite a Cristo como Senhor e Salvador, normalmente usamos a metáfora de alguém que abre a porta de seu coração para Jesus entrar, ou seja: que se acolha o Senhor em seu coração, é o nosso apelo ao pecador que ainda não conhece a Cristo.
Paulo faz um apelo aos coríntios, para que eles o acolhessem em seu coração, e dá como base para este apelo três manifestações por meio das quais tem lidado com a Igreja dali. O Espírito Santo também, através de Paulo, está nos fazendo hoje este apelo:
“Acolhei-nos em vosso coração;” (2Co 7.2a)
A primeira manifestação que Paulo toma como base para o apelo é a manifestação de BENIGNIDADE, dom de Deus pelo qual uma pessoa só faz o bem aos que estão ao seu redor. Ele enfatiza: “a ninguém tratamos com injustiça, a ninguém corrompemos, a ninguém exploramos” (2Co 7.2b).
A manifestação de benignidade do apóstolo é segundo a natureza do próprio Deus que o separou para o ministério, pois “O SENHOR é misericordioso e compassivo; longânimo e assaz benigno” (Salmos 103.8).
A segunda manifestação citada por ele é a manifestação de APREÇO, quando afirma: “Não falo para vos condenar; porque já vos tenho dito que estais em nosso coração para, juntos, morrermos e vivermos” (2Co 7.3). Apreço manifestado primeiro pelo Pai nas palavras de Jesus quando diz, por exemplo, “Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino” (Lucas 12.32).
Em terceiro lugar, a base para o apelo de se acolher o apóstolo e seus colaboradores é a manifestação de ORGULHO que Paulo sentia ao ver que os coríntios estavam reagindo bem aos seus ensinamentos, de forma que até em meio a grande tribulação podia dizer que estava “transbordante de júbilo” (2Co 7.4). Paulo podia falar abertamente e com muita ousadia de seus pupilos aos outros, pois tinham aprendido e praticado a contento os seus ensinamentos. Deus manifestou de forma semelhante sua satisfação para com Jó, ao conversar com Satanás, “gabando-se” de que seu servo era irrepreensível tanto nas bênçãos quanto na tragédia (Jó 1.8; 2.3). Poderia o Senhor dizer o mesmo de nós? Não é confortante saber que Deus reconhece nossos esforços e, quando fazemos o que lhe agrada, podemos ser lembrados por ele como motivo de orgulho?
Que possamos atender a este apelo, e acolhermos o Senhor em nosso coração, pois ele tem-se manifestado a nós com BENIGNIDADE e APREÇO. Assim sejamos para ele motivo de ORGULHO, acolhendo-o em nosso coração, com gratidão e obediência aos seus mandamentos.
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
(Leia 2Co 6.11-18)
A realização de grandes obras começa pela motivação.
A doença de nosso século é a depressão. Quem está depressivo não encontra motivação para fazer as coisas mais básicas da vida, como tomar banho, conversar com os amigos, ir à Igreja, quanto mais para realizar grandes obras.
O Senhor pode nos livrar da depressão e nos dar motivação para as mais grandiosas tarefas. Ele sabe para fazermos grandes obras precisamos de uma base bem sustentável. A base da vida cristã é a santidade. A partir da santidade podemos fazer grandes obras para a glória do Senhor.
O SENHOR NOS DÁ PELO MENOS TRÊS MOTIVAÇÕES PARA A BUSCA DA SANTIDADE
I - O SEU AMOR PARA CONOSCO (2Co 6.11-13)
O Pai nos amou e nos enviou seu Filho, que por sua vez nos amou e deu sua vida por nós, que devemos ser gratos e como manifestação de gratidão dar a vida pelos irmãos e por aqueles que estão em dúvida, ainda nas trevas, sem conhecer Jesus.
2 Coríntios 5:14 Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram.
1 João 4:19 Nós amamos porque ele nos amou primeiro.
II - A SUA AJUDA EM NOSSAS LUTAS DIÁRIAS (2Co 6.14-16a)
O verso 14 tem sido largamente citado como justificativa para as igrejas proibirem namoro e casamento de crentes com incrédulos, e também de sociedades comerciais. O conceito de jugo desigual, porém, envolve mais do que casamento e sociedade comercial. Vivemos num mundo em que a maior parte da população é descrente, e em muitas oportunidades precisamos recusar favores, facilidades e atalhos perigosos oferecidos pelo mundo.
Já aconteceu de você estar com sede mas recusar um copo de água, estar com fome mas recusar um prato de comida, por desconfiar da higiene de quem o oferecia, mesmo sendo com as melhores das intenções? As bactérias e vírus são invisíveis, mas quem tem consciência de sua existência pode até tornar-se neurótico, porque para evitar uma doença, todo cuidado é pouco. Assim é que os crentes se sentem com respeito às “bactérias e vírus espirituais” invisíveis que estão à nossa volta. Se acompanharmos as práticas dos incrédulos nos sentiremos como peixes fora d'água.
Por isso a vida do crente muitas vezes é mais difícil do que a dos incrédulos. Senhor nos convida a tomar com ele o seu jugo, como alternativa ao jugo dos incrédulos.
Mateus 11:29 Tomai sobre vós o meu jugo <2218> e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.
Mateus 11:30 Porque o meu jugo <2218> é suave, e o meu fardo é leve.
Jesus também foi tentado a aceitar o que o Maligno poderia lhe oferecer, quando esteve quarenta dias no deserto (“e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.” - Mateus 4:9)
III - A PRESENÇA CONSTANTE DO PAI (2Co 6.16b-18)
Quando recebemos alguém importante, procuramos deixar a casa arrumada. A nossa casa em que Deus está disposto a habitar é o nosso coração, portanto devemos mantê-lo limpo e adornado para que ele se agrade de nós.
Provérbios 4:23 nos admoesta: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida.”
O verso 17 cita, provavelmente, Is 52.11. Não devemos entender esta exortação de maneira errada. Ser separado do mundo, “retirar-se do meio deles”, não é deixar de ter amizade com os não-crentes, mas sim rejeitar algumas práticas que para eles poderiam ser naturais, e que para Deus são abomináveis. Não se deixe enganar, pois até os próprios descrentes estranhariam se flagrassem você praticando algumas coisas que alguns deles praticam com naturalidade (fumar e beber, por exemplo).
Portanto, vamos seguir em frente, zelando pela Santidade em nossa vida diária, e fazendo com dedicação a obra do Senhor, conforme ele nos motiva.
A realização de grandes obras começa pela motivação.
A doença de nosso século é a depressão. Quem está depressivo não encontra motivação para fazer as coisas mais básicas da vida, como tomar banho, conversar com os amigos, ir à Igreja, quanto mais para realizar grandes obras.
O Senhor pode nos livrar da depressão e nos dar motivação para as mais grandiosas tarefas. Ele sabe para fazermos grandes obras precisamos de uma base bem sustentável. A base da vida cristã é a santidade. A partir da santidade podemos fazer grandes obras para a glória do Senhor.
O SENHOR NOS DÁ PELO MENOS TRÊS MOTIVAÇÕES PARA A BUSCA DA SANTIDADE
I - O SEU AMOR PARA CONOSCO (2Co 6.11-13)
O Pai nos amou e nos enviou seu Filho, que por sua vez nos amou e deu sua vida por nós, que devemos ser gratos e como manifestação de gratidão dar a vida pelos irmãos e por aqueles que estão em dúvida, ainda nas trevas, sem conhecer Jesus.
2 Coríntios 5:14 Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram.
1 João 4:19 Nós amamos porque ele nos amou primeiro.
II - A SUA AJUDA EM NOSSAS LUTAS DIÁRIAS (2Co 6.14-16a)
O verso 14 tem sido largamente citado como justificativa para as igrejas proibirem namoro e casamento de crentes com incrédulos, e também de sociedades comerciais. O conceito de jugo desigual, porém, envolve mais do que casamento e sociedade comercial. Vivemos num mundo em que a maior parte da população é descrente, e em muitas oportunidades precisamos recusar favores, facilidades e atalhos perigosos oferecidos pelo mundo.
Já aconteceu de você estar com sede mas recusar um copo de água, estar com fome mas recusar um prato de comida, por desconfiar da higiene de quem o oferecia, mesmo sendo com as melhores das intenções? As bactérias e vírus são invisíveis, mas quem tem consciência de sua existência pode até tornar-se neurótico, porque para evitar uma doença, todo cuidado é pouco. Assim é que os crentes se sentem com respeito às “bactérias e vírus espirituais” invisíveis que estão à nossa volta. Se acompanharmos as práticas dos incrédulos nos sentiremos como peixes fora d'água.
Por isso a vida do crente muitas vezes é mais difícil do que a dos incrédulos. Senhor nos convida a tomar com ele o seu jugo, como alternativa ao jugo dos incrédulos.
Mateus 11:29 Tomai sobre vós o meu jugo <2218> e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma.
Mateus 11:30 Porque o meu jugo <2218> é suave, e o meu fardo é leve.
Jesus também foi tentado a aceitar o que o Maligno poderia lhe oferecer, quando esteve quarenta dias no deserto (“e lhe disse: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.” - Mateus 4:9)
III - A PRESENÇA CONSTANTE DO PAI (2Co 6.16b-18)
Quando recebemos alguém importante, procuramos deixar a casa arrumada. A nossa casa em que Deus está disposto a habitar é o nosso coração, portanto devemos mantê-lo limpo e adornado para que ele se agrade de nós.
Provérbios 4:23 nos admoesta: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida.”
O verso 17 cita, provavelmente, Is 52.11. Não devemos entender esta exortação de maneira errada. Ser separado do mundo, “retirar-se do meio deles”, não é deixar de ter amizade com os não-crentes, mas sim rejeitar algumas práticas que para eles poderiam ser naturais, e que para Deus são abomináveis. Não se deixe enganar, pois até os próprios descrentes estranhariam se flagrassem você praticando algumas coisas que alguns deles praticam com naturalidade (fumar e beber, por exemplo).
Portanto, vamos seguir em frente, zelando pela Santidade em nossa vida diária, e fazendo com dedicação a obra do Senhor, conforme ele nos motiva.
(Leia 2Co 6.1-10)
Será que nossa vida vale a pena viver?
Há uma história famosa, de um certo soldado chamado Ryan, o qual foi resgatado por um pelotão na segunda guerra mundial, só para ser devolvido à sua família depois que dois de seus irmãos foram mortos na mesma guerra. Quando estava em segurança, vendo que alguns soldados perderam a vida na operação que o resgatou, voltou-se para o comandante moribundo, ao seu lado, e perguntou como poderia agradecer por terem salvo sua vida. Recebeu como resposta que deveria fazer com que sua vida valesse a pena, assim as vidas perdidas por sua causa não teriam sido em vão.
Da mesma forma nós NÃO PODEMOS TORNAR INÚTIL A GRAÇA DE DEUS EM NÓS.
Há pelo menos TRÊS ATITUDES QUE DEVEMOS TER PARA EVITAR QUE A GRAÇA DE DEUS SE TORNE INÚTIL EM NÓS:
I – ESTARMOS ATENTOS E APROVEITARMOS AS OPORTUNIDADES PARA FALAR DO EVANGELHO DE CRISTO (2Co 6.1,2)
Devemos ser luz do mundo e sal da terra onde quer que o Senhor nos coloque.
Em “Nosso andar diário” de 16/08/2014 lemos a seguinte história:
“O primeiro contato de Pete Peterson com o Vietnã foi na guerra. Durante um bombardeio aéreo em 1966, seu avião foi derrubado e ele levado como prisioneiro. Passados mais de 30 anos, o ex-prisioneiro retornou ao país como embaixador americano. Um artigo na imprensa o chamou de 'outdoor ambulante para reconciliação.' Ele percebeu anos antes que Deus não havia lhe salvado para viver com raiva. Por crer nisso, usou sua vida e posição para fazer diferença, promovendo a melhoria de padrões de segurança para as crianças no Vietnã.”
<< http://ministeriosrbc.org/2014/08/16/outdoors-ambulantes/>> Acessado em 17/08/2014
Nós podemos fazer como Peterson e usarmos a posição que o Senhor nos tem dado, seja humilde ou imponente, para cumprirmos nosso papel de embaixadores de Cristo (2Co 5.20)
II – TOMARMOS CUIDADO PARA NÃO SERMOS MOTIVO DE ESCÂNDALO OU TROPEÇO PARA O EVANGELHO DE CRISTO (2Co 6.3)
O crente pode ver televisão? Sim, é claro, mas depende do programa. Se possuir uma lanchonete, pode vender bebidas alcoólicas? Acho melhor não. Se converteu-se recentemente e o seu trabalho é tocar e cantar numa boate, pode continuar neste emprego? Vamos orar para que o irmão consiga logo um emprego melhor. Romanos 14:21 diz que “é bom não comer carne, nem beber vinho, nem fazer qualquer outra coisa com que teu irmão venha a tropeçar ou se ofender ou se enfraquecer”
III – REVELARMO-NOS COMO MINISTROS DE DEUS PARA O PROGRESSO DO EVANGELHO DE CRISTO (2Co 6.4-10)
Devemos entender bem a palavra ministro, que hoje tem um sentido praticamente inverso do que era originalmente. Neste texto é uma tradução de uma palavra grega que em outros lugares foi traduzida por diácono ou servo ou escravo (por exemplo, em Mc 9.35 e 10.43). Portanto, neste contexto, sermos ministros é servirmos uns aos outros e aos de fora, de forma que o evangelho de nosso Senhor seja promovido por intermédio deste nosso serviço.
Concluindo esta mensagem, gostaria de lembrar: Paulo disse na primeira carta aos coríntios que “pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo.” (1 Coríntios 15:10).
Então, depois de meditar sobre isto, podemos dizer que nossa vida vale a pena viver? Será que a graça do Senhor Jesus, que morreu por nós e nos resgatou para uma vida eterna não se tornou inútil em nossas vidas? Podemos responder a esta pergunta com as atitudes que tomamos diariamente. Que Deus nos conceda a misericórdia de sermos fiéis e assim possamos fazer de nossa vida uma vida que vale a pena viver.
Será que nossa vida vale a pena viver?
Há uma história famosa, de um certo soldado chamado Ryan, o qual foi resgatado por um pelotão na segunda guerra mundial, só para ser devolvido à sua família depois que dois de seus irmãos foram mortos na mesma guerra. Quando estava em segurança, vendo que alguns soldados perderam a vida na operação que o resgatou, voltou-se para o comandante moribundo, ao seu lado, e perguntou como poderia agradecer por terem salvo sua vida. Recebeu como resposta que deveria fazer com que sua vida valesse a pena, assim as vidas perdidas por sua causa não teriam sido em vão.
Da mesma forma nós NÃO PODEMOS TORNAR INÚTIL A GRAÇA DE DEUS EM NÓS.
Há pelo menos TRÊS ATITUDES QUE DEVEMOS TER PARA EVITAR QUE A GRAÇA DE DEUS SE TORNE INÚTIL EM NÓS:
I – ESTARMOS ATENTOS E APROVEITARMOS AS OPORTUNIDADES PARA FALAR DO EVANGELHO DE CRISTO (2Co 6.1,2)
Devemos ser luz do mundo e sal da terra onde quer que o Senhor nos coloque.
Em “Nosso andar diário” de 16/08/2014 lemos a seguinte história:
“O primeiro contato de Pete Peterson com o Vietnã foi na guerra. Durante um bombardeio aéreo em 1966, seu avião foi derrubado e ele levado como prisioneiro. Passados mais de 30 anos, o ex-prisioneiro retornou ao país como embaixador americano. Um artigo na imprensa o chamou de 'outdoor ambulante para reconciliação.' Ele percebeu anos antes que Deus não havia lhe salvado para viver com raiva. Por crer nisso, usou sua vida e posição para fazer diferença, promovendo a melhoria de padrões de segurança para as crianças no Vietnã.”
<< http://ministeriosrbc.org/2014/08/16/outdoors-ambulantes/>> Acessado em 17/08/2014
Nós podemos fazer como Peterson e usarmos a posição que o Senhor nos tem dado, seja humilde ou imponente, para cumprirmos nosso papel de embaixadores de Cristo (2Co 5.20)
II – TOMARMOS CUIDADO PARA NÃO SERMOS MOTIVO DE ESCÂNDALO OU TROPEÇO PARA O EVANGELHO DE CRISTO (2Co 6.3)
O crente pode ver televisão? Sim, é claro, mas depende do programa. Se possuir uma lanchonete, pode vender bebidas alcoólicas? Acho melhor não. Se converteu-se recentemente e o seu trabalho é tocar e cantar numa boate, pode continuar neste emprego? Vamos orar para que o irmão consiga logo um emprego melhor. Romanos 14:21 diz que “é bom não comer carne, nem beber vinho, nem fazer qualquer outra coisa com que teu irmão venha a tropeçar ou se ofender ou se enfraquecer”
III – REVELARMO-NOS COMO MINISTROS DE DEUS PARA O PROGRESSO DO EVANGELHO DE CRISTO (2Co 6.4-10)
Devemos entender bem a palavra ministro, que hoje tem um sentido praticamente inverso do que era originalmente. Neste texto é uma tradução de uma palavra grega que em outros lugares foi traduzida por diácono ou servo ou escravo (por exemplo, em Mc 9.35 e 10.43). Portanto, neste contexto, sermos ministros é servirmos uns aos outros e aos de fora, de forma que o evangelho de nosso Senhor seja promovido por intermédio deste nosso serviço.
Concluindo esta mensagem, gostaria de lembrar: Paulo disse na primeira carta aos coríntios que “pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo.” (1 Coríntios 15:10).
Então, depois de meditar sobre isto, podemos dizer que nossa vida vale a pena viver? Será que a graça do Senhor Jesus, que morreu por nós e nos resgatou para uma vida eterna não se tornou inútil em nossas vidas? Podemos responder a esta pergunta com as atitudes que tomamos diariamente. Que Deus nos conceda a misericórdia de sermos fiéis e assim possamos fazer de nossa vida uma vida que vale a pena viver.
sábado, 24 de agosto de 2013
Crendo no que lemos em 1Co 13.8-13, podemos afirmar que o amor jamais acaba, ele pode superar todas as ofensas.
Já profecias, ciências e línguas passarão. Não precisamos mais de línguas; as profecias mais importantes já estão escritas na Bíblia; a ciência humana é sempre relativa por causa das suas contradições (até mesmo quando se trata da ciência chamada teologia). O conhecimento que temos agora é “embaçado”, mas quando o amor se aperfeiçoar em nós, será bem nítido. A ciência e a profecia são provisórios até a chegada do que é perfeito, o amor pleno. Então não precisaremos mais da ciência e da profecia, porque serão como coisas de criança diante da superioridade do amor que teremos quando nos tornarmos “adultos” espiritualmente.
Dos dons permanentes, o amor é o maior. A fé e a esperança também são perenes, mas o amor é o maior de todos os dons.
Já profecias, ciências e línguas passarão. Não precisamos mais de línguas; as profecias mais importantes já estão escritas na Bíblia; a ciência humana é sempre relativa por causa das suas contradições (até mesmo quando se trata da ciência chamada teologia). O conhecimento que temos agora é “embaçado”, mas quando o amor se aperfeiçoar em nós, será bem nítido. A ciência e a profecia são provisórios até a chegada do que é perfeito, o amor pleno. Então não precisaremos mais da ciência e da profecia, porque serão como coisas de criança diante da superioridade do amor que teremos quando nos tornarmos “adultos” espiritualmente.
Dos dons permanentes, o amor é o maior. A fé e a esperança também são perenes, mas o amor é o maior de todos os dons.
domingo, 14 de julho de 2013
1Pe 3.21,22
"21 ¶ a qual, figurando o batismo, agora também vos salva, não sendo a remoção da imundícia da carne, mas a indagação de uma boa consciência para com Deus, por meio da ressurreição de Jesus Cristo;
22 o qual, depois de ir para o céu, está à destra de Deus, ficando-lhe subordinados anjos, e potestades, e poderes."
Quando Deus achou que a humanidade estava perdida, decidiu fazer uma limpeza. Ele mandou um dilúvio que destruiu tudo e matou a todos, menos os que se protegeram na Arca. São Pedro nos diz que esta história simboliza o batismo atual, pois ele também salva os poucos que se submetem a esta cerimônia. Mas ao dizer isto, esclarece que o batismo também é um símbolo da verdadeira salvação daqueles que buscam uma boa consciência diante de Deus, crendo que Jesus morreu por nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia. Assim, o banho dos que se batizam na água, que remove a sujeira do corpo, simboliza a limpeza da consciência daqueles que creem no verdadeiro batismo, ou seja, a morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo (Mc 10.38).
A consciência fica limpa porque agora sabem que não têm mais dívidas para com Deus. Cristo pagou tudo. Os pecados foram perdoados, porque reconheceram que são pecadores, arrependeram-se e creram na salvação proposta por Jesus Cristo.
Na arca, apenas oito pessoas foram salvas. Quando os que se batizaram voltarem para casa e para sua vida rotineira, vão encontrar e se relacionar com milhares de pessoas que “não entraram na Arca”, ou seja, que não creem na salvação oferecida por Jesus. Os batizandos serão tentados a desconfiar de sua própria fé, e passarão por dificuldades a ponto de não entender porque Deus permite tanto sofrimento aos que se tornaram seus filhos.
Por isto a Palavra de Deus enfatiza neste ponto que Jesus, depois de ressuscitado, assentou-se à direita do Todo Poderoso e que tem autoridade sobre anjos, potestades e poderes. Tem poder para controlar todos os seres espirituais que estão à nossa volta, os bons e os ruins.
Não podemos compreender bem este negócio de espíritos, mas a bíblia nos alerta frequentemente para nos protegermos dos maus espíritos, e até para nos revestirmos de uma armadura com capacete, espada e escudos espirituais (Ef 6.10-20).
Quando os batizados (os crentes) acharem que estão perdendo a batalha, deverão se lembrar do que a Bíblia diz neste versículo: Os anjos, as potestades e os poderes estão subordinados ao nosso Senhor Jesus Cristo, o autor da nossa salvação.
(Arildo Louzano da Silveira)
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